“Os cursos profissionalizantes servem também de apoio psicológico”, diz Padre Gilmar

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O Instituto Mandacaru e a Diocese de Paulo Afonso com apoio de outras instituições abriram um flanco numa seara que estava praticamente extinta e cuja importância é indisputável para quem quer ocupar uma vaga de emprego – os raros empregos – e mais que isso: a descoberta de uma vocação com a qual é possível tirar o sustento mesmo fora do mercado formal de trabalho.

Reunião na Casa dos Conselhos faz parte da Visita Pastoral do bispo dom Guido.

Daí por que os cursos profissionalizantes ofertados pelas instituições atraem pessoas de toda região e atravessa as divisas estaduais. Para a próxima etapa, que será iniciada em poucos dias, estudantes que moram nos estados vizinhos de Sergipe e Alagoas, virão para Paulo Afonso cursar uma das tantas opções. “Foram mais de mil inscritos”, disse Padre Gilmar, um dos coordenadores do curso profissionalizante, em reunião na Casa dos Conselhos, na manhã desta 2ª feira, 04.

Por esses motivos os cursos transpuseram a barreira da qualificação profissional e servem hoje de apoio psicológico.

“É interessante que tem aparecido muita gente com problemas psicológicos, os médicos estão encaminhando ‘vão lá fazer os cursos profissionalizantes’ porque é uma forma de terapia também. O convívio com outras pessoas… Observo que o local [Instec] se tornou uma casa, veem muitas pessoas dos povoados que já fizeram o curso e continuam indo conversar, bater papo e ouvir conselhos”, contou o Padre.

Gilmar também frisou um aspecto importante que muita gente infelizmente quer considerar, quando se sente sem jeito de ir ao curso por ter outra religião. “A instituição é católica, mas é oferecido a todos indistintamente. Não existe esse problema, nós temos tanto voluntários como alunos de outras religiões e para nós é muito importante.”

Gilmar também frisou um aspecto importante que muita gente infelizmente quer considerar, quando se sente sem jeito de ir ao curso por ter outra religião. “A instituição é católica, mas é oferecido a todos indistintamente. Não existe esse problema, nós temos tanto voluntários como alunos de outras religiões e para nós é muito importante.”

“Como disse santa Tereza de Calcutá “somos uma gotinha no meio do oceano”, finalizou Padre Gilmar.

 

Por Ivone Lima

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