Depois de aplicar um “sambarilove” em Jean Roubert e espalhar a discórdia, progressistas temem futuro

Postado por:

Share on facebook
Facebook
Share on whatsapp
WhatsApp
as

Os progressistas na Câmara Municipal levaram a questão da presidência da Câmara em banho-maria. Não negavam o assédio da prefeitura, evidentemente, porque era impossível disfarçar, e despistando o que estava em curso,  forjaram uma união com o restante da bancada que dava a entender que por ali nada os abalava.

O teste de fogo foi a reprovação das contas do ex-prefeito Anilton Bastos (Podemos), em que a bancada garantiu os dois terços dos votos: 10×04, e ouviu de Jean, então embalado pela união dos “amigos”, a quem chamou nome por nome, observando qualidades de cada um,  “que a partir de hoje inauguramos uma nova política em Paulo Afonso.” Pura quimera.

A política empregada pelos progressistas não podia ser mais arcaica: na hora  de a onça beber água, perceberam a fuga de Edilson do Hospital (MDB) em acordo paralelo com Paulo de Deus, e apresentaram suas verdadeiras faces negando o voto ao “amigo” de tantas batalhas, a fim de agrupar na Câmara os pepistas que ficarão desmamados.

O “sambarilove” em Jean vai deixar marcas que o tempo não vai apagar

Um dos vereadores que fecharam acordo com os progressistas, me disse hoje, na condição de anonimato que “estou abalado e triste, nunca mais confio no PP, foi uma grande decepção.”

A verdade é que Pedro Macário cumpriu o que lhe resta fazer no grupo, não se sabe se com boa dose de sacrifício, por entender que depois dali nunca mais sua base seria a mesma, ou se com satisfação, porque afinal de contas será o presidente, custe o que custar.

Os progressistas estão ariscos

Segundo informações colhidas nos bastidores, ninguém no PP está seguro “eles andam olhando de lado e para trás, porque sabem que não apenas Jean Roubert ficou chateado, e que o jogo ainda não teve o apito final”, disse um observador que passou o dia na Câmara.

Os “deuses” ainda não entregaram o jogo

Mesmo diante da reunião bombástica de ontem que aniquilou a pretensão de Jean [tem imprensa dizendo que Jean “desistiu de concorrer”, assim como um cordeirinho], como se o PP lhe deixasse outra escolha,  esquecendo do acordo do parlamentar para apoiar o deputado federal Mário Júnior], os deuses não pararam as articulações e checam a todo momento a possibilidade de realmente fazer o impossível: Edilson do Hospital presidente.

 

Por Ivone Lima.

Deixe seu comentário